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Sinetram afirma que foi surpreendido com greve dos rodoviários e vai à Justiça
Publicado em 21/07/2026 06:30
Manaus & Municípios

Entidade afirma que não recebeu aviso prévio sobre a greve dos rodoviários e busca na Justiça o restabelecimento da circulação dos ônibus em Manaus

 

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) informou, nesta segunda-feira (20), que foi surpreendido com a paralisação dos rodoviários em Manaus. Em nota encaminhada à imprensa, a entidade afirmou que não recebeu comunicação prévia sobre o movimento grevista e anunciou que adotará medidas judiciais para tentar restabelecer a operação do transporte coletivo na capital.

 

Segundo o sindicato patronal, as empresas mantiveram diálogo com a entidade que representa os trabalhadores e continuam abertas à negociação para buscar uma solução para o impasse.

 

"O Sinetram esclarece que jamais deixou de manter diálogo com o sindicato representativo dos trabalhadores rodoviários e permanece aberto à negociação e à busca de soluções para as questões relacionadas ao setor", informou a entidade.

 

Ainda de acordo com a nota, não houve qualquer aviso prévio sobre a paralisação anunciada nesta segunda-feira, o que, segundo o Sinetram, comprometeu a continuidade de um serviço considerado essencial para a população.

 

Diante da interrupção do transporte coletivo, a entidade informou que recorrerá à Justiça para buscar o restabelecimento da operação dos ônibus.

 

"O Sinetram adotará as medidas judiciais cabíveis para buscar o restabelecimento da normalidade operacional do sistema", destacou.

 

A paralisação foi anunciada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus, que alegou descumprimento, por parte das empresas, de decisões judiciais relacionadas ao pagamento dos salários da categoria e declarou o início de uma greve por tempo indeterminado.

 

Empresas de ônibus afirmam que paralisação foi inesperada e buscam retomada da operação 

(Foto: Junio Matos/ A Crítica)

Fonte: Lucas Vasconcelos/acritica.com

 

 

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